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Quanto tempo de adaptação, precisou o seu cão?


Cada cão é único. Cães que foram pouco socializados, que têm medos ou que sofreram algum trauma, provavelmente vão precisar de mais tempo do que um cão com experiências de vida mais positivas.

Esteja atento ao sinais de desconforto, mais subtis ou mais evidentes, como:

  • fazer as necessidades às escondidas

  • esconder-se atrás de algo ou alguém

  • não querer comer a ração

  • estranhar objetos que nunca viram como mobília ou televisão

  • assustar-se com sons que nunca ouviram como uma máquina de lavar

  • bocejar em momentos que não estão relacionados com o sono

  • virar a cabeça consistentemente no sentido oposto a algo ou alguém

  • recusar biscoitos ou outra comida saborosa

  • farejar o chão de forma contínua, parece estar a evitar algo

Enquanto nós humanos consideramos a nossa casa como um “paraíso” em relação ao local de onde vem o cão, ele pode percepcionar de forma oposta, simplesmente por desconhecer.

Do que precisa?

Tempo + Espaço

Minimize as visitas em casa, estabeleça e mantenha rotinas, deixe-o descobrir a casa ao seu ritmo, evite passeios longos e em locais agitados, deixe ser ele a aproximar-se de si, propicie bons e longos sonos.

Adotamos os nossos cães com 6 e 8 anos. A Meli e o Yoki tiveram tempos e modos diferentes de adaptação.

A Meli (a mais pequena na foto) tremia muito em novos locais e com pessoas diferentes. O tempo e a minimização da exposição a situações desconfortáveis ajudou a que superasse. Hoje em dia só em dias de foguetes é que treme, mas mesmo assim, já não é como no início.

O Yoki afastava-se um pouco e ladrava quando algo o perturbava. Inicialmente mais aos homens da família. O pai e o filho, eram os mais temidos. Ao meu filho por ser muito alto e ter corpo desengonçado de adolescente, ainda demorou um pouco mais a habituar-se à sua silhueta.

Se deixarmos fluir, sem pressão de tempo, nem invasão de espaço, acontece o melhor!


Foto: a Meli adora deitar-se junto à nossa gata Lichia.


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